terça-feira, 16 de maio de 2017

ANVISA DECIDE INCLUIR A MACONHA EM SUA LISTA DE PLANTAS MEDICINAIS


A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) decidiu incluir a Cannabis sativa, nome científico da maconha, em sua relação de plantas medicinais. Agora, a planta consta na Lista Completa das Denominações Comuns Brasileiras (DCB), que serve como base para o pedido de registro de medicamentos.

A inclusão da planta na relação não significa a liberação do uso, plantio e comercialização da cannabis ou de produtos derivados, para fins terapêuticos. Contudo, é a primeira vez que o órgão reconhece a planta da maconha in natura como contendo propriedades terapêuticas.

De acordo com a Anvisa, a medida facilita a importação de medicamentos que contenham substâncias presentes na cannabis sativa e pode facilitar o registro de novos medicamentos à base de maconha. O órgão também afirma que pesquisas clínicas podem ser facilitadas com a nova medida. Leis brasileiras consideram a maconha um entorpecente e proíbem seu plantio, produção, comércio e uso - excetuando-se as aplicações medicinais já liberadas pela Anvisa.

A decisão que inclui a maconha na categoria "planta medicinal" da DCB está na Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) Nº 156 da Anvisa, de 5 de maio de 2017. A resolução foi publicada no Diário Oficial da União em 8 de maio.
Órgão reconheceu canabidiol em 2015 e THC em 2016

Há duas substâncias químicas presentes na maconha que são indicadas como tendo propriedades: o canabidiol (CBD) e tetraidrocanabinol (THC). Em janeiro de 2015, a Anvisa admitiu o potencial terapêutico do canabidiol. A liberação do uso do composto no Brasil foi determinada pelo órgão depois de uma movimentação feita pela sociedade civil amparada por medida judicial.

Em novembro de 2016, a Anvisa aprovou uma regra que abriu o caminho para o registro, produção e venda de medicamentos compostos por maconha no Brasil. Com a decisão, remédios a base de tetrahidrocannabionol e de canabidiol passaram a ser considerados como de venda sob controle especial.

Já em janeiro deste ano, o órgão aprovou o registro do primeiro remédio à base de Cannabis sativa no Brasil. A nova regra também regulamentou a concentração máxima dos dois derivados da maconha no remédio, que não poderia superar 30 miligramas por mililitro. Além disso, as regras para a importação de produtos à base de canabidiol foram flexibilizadas, desburocratizando o processo.


SAIBA MAIS SOBRE O USO MEDICINAL AQUI : http://publicadosbrasil.blogspot.com.br/2014/06/quando-maconha-cura-farmacologia.html

quarta-feira, 3 de maio de 2017

3 DE MAIO - DIA MUNDIAL DA LIBERDADE DE IMPRENSA


Mensagem de Irina Bokova, diretora-geral da UNESCO, por ocasião do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, 03/05/2017

“Mentes críticas para tempos críticos” – esse é o tema do Dia Mundial de Liberdade de Imprensa de 2017.

“Apenas a independência, o caráter, a objetividade e o bom julgamento do jornalista e da mídia são capazes de superar as terríveis tempestades do mundo contemporâneo, que ameaçam a liberdade de informação em todos os lugares”.

Guillermo Cano Isaza, jornalista colombiano assassinado em 1986, escreveu essas palavras dois anos antes de sua morte, e elas continuam a ecoar hoje, 33 anos depois, no momento em que celebramos o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa e o 20º aniversário do Prêmio Mundial de Liberdade de Imprensa UNESCO-Guillermo Cano.

Enfrentando uma crise de identidade do seu público, o jornalismo se encontra diante de um horizonte no qual velhos desafios se somam a nova ameaças. A mídia como atividade empresarial está sendo abalada em seu núcleo, com o advento das redes digitais e das mídias sociais. Jornalistas cidadãos estão redesenhando os limites do jornalismo. A credibilidade e o dever de prestar contas da mídia estão sendo questionados. Online, a linha que separa materiais publicitários e editoriais tem se tornado tênue, e nós temos visto atores privados assumindo a posição de intermediários-chave, juntamente com novas formas de “censura privada”. Esses desafios se somam a transformações mais profundas que afetam as sociedades. Em 2016, a Palavra do Ano eleita pelos Dicionários Oxford foi “pós-verdade”. Combinado ao conceito de “notícias falsas”, estão sendo levantadas questões que atingem o cerne do jornalismo livre, independente e profissional.

Tudo isso ocorre em um momento no qual uma mídia livre, independente e pluralista nunca foi tão importante, para empoderar cada mulher e cada homem, fortalecer a boa governança e o Estado de direito, e fazer avançar a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável – em especial o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 16: “Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à Justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis”. A mídia deve ser não apenas uma fonte de informações confiáveis – ela deve fornecer uma plataforma para uma multidão de vozes e mobilizar novas forças para a tolerância e o diálogo.

Os riscos são claros. Nós precisamos de um jornalismo original, crítico e bem fundamentado, orientado por altos padrões profissionais e éticos, e por uma educação em mídia de qualidade – juntamente com públicos que tenham as habilidades adequadas em alfabetização midiática e informacional.

A UNESCO lidera este trabalho em todo o mundo, a começar pela defesa da segurança dos jornalistas. Com muita frequência, o assassinato continua a ser a forma mais trágica de censura – em 2016, 102 jornalistas pagaram esse altíssimo preço. Isso é inaceitável e enfraquece as sociedades como um todo. É por isso que a UNESCO lidera o Plano de Ação das Nações Unidas sobre a Segurança dos Jornalistas e a Questão da Impunidade com parceiros em todo o mundo.

Tempos críticos exigem mentes críticas. Hoje, eu chamo todos a aguçar sua mente para defender as liberdades que são essenciais para a justiça e a paz – essa é a mensagem da UNESCO para o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa de 2017.

terça-feira, 25 de abril de 2017

2 LIVROS QUE RETRATAM A SUJEIRA E O BANDITISMO NO PAÍS


O BRASIL ESTÁ DOMINADO POR QUADRILHAS DE POLÍTICOS CORRUPTOS. SÃO VERDADEIROS LADRÕES DE COLARINHO BRANCO QUE ATRAVÉS DE SUAS ATUAÇÕES NO CENÁRIO POLÍTICO DO PAÍS MONTARAM UM VERDADEIRO ESQUEMA DE ROUBALHEIRA, PILHAGEM E ATÉ ASSASSINATOS QUE FARIA A MÁFIA SE SENTIR INSIGNIFICANTE. ESQUEMA QUE SE FORTALECEU ATRAVÉS DOS ANOS E AINDA, DÁ AS CARTAS NO CENÁRIO POLÍTICO E ECONÔMICO DO BRASIL. SÃO IMPUNES E PARECEM ZOMBAR DAS LEIS POIS OS MAGISTRADOS NÃO TEM CORAGEM SUFICIENTE PARA AFRONTAR SEUS IMPÉRIOS. ESTES SÃO APENAS DOIS DE OUTROS QUE SERÃO APRESENTADOS AQUI COMO SUGESTÃO PARA A CONSCIÊNCIA. SÃO LIVROS CUJO CONTEÚDO É REPLETO DE FATOS COMPROVADOS POR DOCUMENTOS PÚBLICOS, LAUDOS PERICIAIS E MAIS UMA INFINIDADE DE CITAÇÕES DE FONTES INTERROGADAS PELA POLÍCIA FEDERAL, MP E PROMOTORIAS. INCRÍVEL É QUE MUITOS NOMES CITADOS SÃO DE CANALHAS QUE ESTÃO NA BERLINDA NOS DIAS DE HOJE E AINDA MANDAM NO PAÍS...

quinta-feira, 20 de abril de 2017

LITTLE COLLOR E A PAULICÉIA DESVAIRADA


Parece um DÉJÀ VU...só que nada bom...

O prefeito de São Paulo completou 100 dias de governo com muitas polêmicas, atos premeditados, muita propaganda e demagogia. Faz nos lembrar de um gatuno que se tornou presidente da república e que se notabilizou por atos e atuações midiáticas sempre rodeadas de discursos mirabolantes e cheios de bravatas.



Primeiro polemizou com os grafiteiros mandando apagar, ou melhor, pintar de cinza, murais de artistas de rua reconhecidos no Brasil e no exterior. Recentemente admitiu que foi um ato precipitado e que merecia uma melhor analise sobre o que é pichação e o que é arte.

Os paulistanos metidos a moralistas saíram em sua defesa chamando os artistas de marginais e por aí vai. Pobre falsa elite que parece viver em outra realidade onde apagar pinturas é mais importante que melhorar o transporte, realizar obras contra enchentes, cuidar da segurança pública e da saúde. Isso fora outros problemas crônicos que a cidade apresenta a muitos e muitos anos, fruto da incompetência destes mesmos paulistanos que elegeram prefeitos como Kassab, Pita, Marta, Maluf, Haddad, Serra, Geraldo e outros picaretas. E olha que escaparam de Russomano, Enéas e Francisco Rossi.


Agora o "LITTLE COLLOR" disse que vai mudar o nome do bairro Bom Retiro, um dos mais tradicionais de São Paulo, para "Bom Retiro Little Seul". Só para agradar e atrair investidores coreanos a colocarem sua grana em São Paulo.

Porque não agradar os brasileiros interessados em investir na região ?
Porque não oferecer as mesmas facilidades que foram oferecidas aos coreanos ?

Revitalizar o bairro é papel da prefeitura; esta deveria promover debates com moradores e comerciantes para elencar as prioridades e nescessidades da região, e aí sim, facilitar para aqueles que estão dispostos a colaborar promovendo parcerias viáveis e de benefício para os envolvidos e para a população do bairro em geral.
O estado de São Paulo tem perdido sistemáticamente empresas que se mudam para outros estados devido às altas taxas e tributos praticados por aqui. E o que fazem é colocar a culpa sempre na guerra fiscal e na crise financeira do país. Somos o estado mais rico da nação...AQUI SE ARRECADA MUITO DINHEIRO, mas ao mesmo tempo, tudo que se ganha aqui se gasta aqui e isso não volta para o bem estar da população. São pedágios, altos impostos, IPTU, IPVA, tem de tudo...Mas tudo tem seu preço.

Pessoas acordam 4 da manhã para serem esmagadas no transporte até o seu trabalho. São assaltadas em plena luz do dia, mortas covardemente por uma escalada de violência que não tem fim e continuam pagando caro por isso. E tem ainda os que se gabam de morar aqui. A falsa elite que "SE ACHA" e está "SENTADA" em cima de uma gilete, pensa que é melhor ou mais inteligênte que os outros...mas paga caro, e vive cercada de grades nas casas e de boletos bancários para pagar.

Continuando com o LITTLE COLLOR, o cara, que mal chegou, começa a galgar cargos maiores sem mesmo ter feito algo de real valor social e estrutural na maior cidade do país. E para isso espalha uma imagem de bom moço, empreendedor e moralista. Tudo igual ao outro engomadinho. Até o papa ele tentou ver... E o papa não quis.

E São Paulo ?

Continua com os mesmos dramas de sempre e os debates entre os cidadãos são sobre pichadores, nomes de bairro, futebol e outras futilidades. Parecem cegos ao não perceberem o quanto a vida piorou por aqui nos últimos 25 anos. Preferem atacar nordestinos, negros e pobres e atribuir à eles a falência de um sistema político que agora arrastou seus queridinhos intocáveis para a mesma merda em que estão os outros canalhas demonizados por eles próprios.

E agora caros emergentes de araque ? A culpa é de quem ?

ADENDO : VEJA A MATÉRIA NESTE LINK :  http://paulosampaio.blogosfera.uol.com.br/2017/04/29/no-iguatemi-em-sp-publico-diz-que-greve-e-obra-de-lula-e-que-paulista-e-de-trabalhar/

SOBROU ATÉ PARA O RIO DE JANEIRO...

JIRAU E SANTO ANTÔNIO : RELATOS DE UMA GUERRA AMAZÔNICA