segunda-feira, 19 de junho de 2017

OLÉÉÉÉÉÉ - TEVE FESTA NO BRETE


TOUREIRO ESPANHOL IVAN FANDINO BATEU AS BOTAS APÓS CHIFRADA. O TOURO PASSA BEM PARA NOSSA FELICIDADE. QUE MORRAM OUTROS.

sábado, 27 de maio de 2017

A REALIDADE SERIA CÔMICA... SE NÃO FOSSE TRÁGICA



JUSTO VERÍSSIMO SERIA UM PEIXE PEQUENO NOS DIAS ATUAIS


terça-feira, 16 de maio de 2017

ANVISA DECIDE INCLUIR A MACONHA EM SUA LISTA DE PLANTAS MEDICINAIS


A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) decidiu incluir a Cannabis sativa, nome científico da maconha, em sua relação de plantas medicinais. Agora, a planta consta na Lista Completa das Denominações Comuns Brasileiras (DCB), que serve como base para o pedido de registro de medicamentos.

A inclusão da planta na relação não significa a liberação do uso, plantio e comercialização da cannabis ou de produtos derivados, para fins terapêuticos. Contudo, é a primeira vez que o órgão reconhece a planta da maconha in natura como contendo propriedades terapêuticas.

De acordo com a Anvisa, a medida facilita a importação de medicamentos que contenham substâncias presentes na cannabis sativa e pode facilitar o registro de novos medicamentos à base de maconha. O órgão também afirma que pesquisas clínicas podem ser facilitadas com a nova medida. Leis brasileiras consideram a maconha um entorpecente e proíbem seu plantio, produção, comércio e uso - excetuando-se as aplicações medicinais já liberadas pela Anvisa.

A decisão que inclui a maconha na categoria "planta medicinal" da DCB está na Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) Nº 156 da Anvisa, de 5 de maio de 2017. A resolução foi publicada no Diário Oficial da União em 8 de maio.
Órgão reconheceu canabidiol em 2015 e THC em 2016

Há duas substâncias químicas presentes na maconha que são indicadas como tendo propriedades: o canabidiol (CBD) e tetraidrocanabinol (THC). Em janeiro de 2015, a Anvisa admitiu o potencial terapêutico do canabidiol. A liberação do uso do composto no Brasil foi determinada pelo órgão depois de uma movimentação feita pela sociedade civil amparada por medida judicial.

Em novembro de 2016, a Anvisa aprovou uma regra que abriu o caminho para o registro, produção e venda de medicamentos compostos por maconha no Brasil. Com a decisão, remédios a base de tetrahidrocannabionol e de canabidiol passaram a ser considerados como de venda sob controle especial.

Já em janeiro deste ano, o órgão aprovou o registro do primeiro remédio à base de Cannabis sativa no Brasil. A nova regra também regulamentou a concentração máxima dos dois derivados da maconha no remédio, que não poderia superar 30 miligramas por mililitro. Além disso, as regras para a importação de produtos à base de canabidiol foram flexibilizadas, desburocratizando o processo.


SAIBA MAIS SOBRE O USO MEDICINAL AQUI : http://publicadosbrasil.blogspot.com.br/2014/06/quando-maconha-cura-farmacologia.html

quarta-feira, 3 de maio de 2017

3 DE MAIO - DIA MUNDIAL DA LIBERDADE DE IMPRENSA


Mensagem de Irina Bokova, diretora-geral da UNESCO, por ocasião do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, 03/05/2017

“Mentes críticas para tempos críticos” – esse é o tema do Dia Mundial de Liberdade de Imprensa de 2017.

“Apenas a independência, o caráter, a objetividade e o bom julgamento do jornalista e da mídia são capazes de superar as terríveis tempestades do mundo contemporâneo, que ameaçam a liberdade de informação em todos os lugares”.

Guillermo Cano Isaza, jornalista colombiano assassinado em 1986, escreveu essas palavras dois anos antes de sua morte, e elas continuam a ecoar hoje, 33 anos depois, no momento em que celebramos o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa e o 20º aniversário do Prêmio Mundial de Liberdade de Imprensa UNESCO-Guillermo Cano.

Enfrentando uma crise de identidade do seu público, o jornalismo se encontra diante de um horizonte no qual velhos desafios se somam a nova ameaças. A mídia como atividade empresarial está sendo abalada em seu núcleo, com o advento das redes digitais e das mídias sociais. Jornalistas cidadãos estão redesenhando os limites do jornalismo. A credibilidade e o dever de prestar contas da mídia estão sendo questionados. Online, a linha que separa materiais publicitários e editoriais tem se tornado tênue, e nós temos visto atores privados assumindo a posição de intermediários-chave, juntamente com novas formas de “censura privada”. Esses desafios se somam a transformações mais profundas que afetam as sociedades. Em 2016, a Palavra do Ano eleita pelos Dicionários Oxford foi “pós-verdade”. Combinado ao conceito de “notícias falsas”, estão sendo levantadas questões que atingem o cerne do jornalismo livre, independente e profissional.

Tudo isso ocorre em um momento no qual uma mídia livre, independente e pluralista nunca foi tão importante, para empoderar cada mulher e cada homem, fortalecer a boa governança e o Estado de direito, e fazer avançar a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável – em especial o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 16: “Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à Justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis”. A mídia deve ser não apenas uma fonte de informações confiáveis – ela deve fornecer uma plataforma para uma multidão de vozes e mobilizar novas forças para a tolerância e o diálogo.

Os riscos são claros. Nós precisamos de um jornalismo original, crítico e bem fundamentado, orientado por altos padrões profissionais e éticos, e por uma educação em mídia de qualidade – juntamente com públicos que tenham as habilidades adequadas em alfabetização midiática e informacional.

A UNESCO lidera este trabalho em todo o mundo, a começar pela defesa da segurança dos jornalistas. Com muita frequência, o assassinato continua a ser a forma mais trágica de censura – em 2016, 102 jornalistas pagaram esse altíssimo preço. Isso é inaceitável e enfraquece as sociedades como um todo. É por isso que a UNESCO lidera o Plano de Ação das Nações Unidas sobre a Segurança dos Jornalistas e a Questão da Impunidade com parceiros em todo o mundo.

Tempos críticos exigem mentes críticas. Hoje, eu chamo todos a aguçar sua mente para defender as liberdades que são essenciais para a justiça e a paz – essa é a mensagem da UNESCO para o Dia Mundial da Liberdade de Imprensa de 2017.

terça-feira, 25 de abril de 2017

2 LIVROS QUE RETRATAM A SUJEIRA E O BANDITISMO NO PAÍS


O BRASIL ESTÁ DOMINADO POR QUADRILHAS DE POLÍTICOS CORRUPTOS. SÃO VERDADEIROS LADRÕES DE COLARINHO BRANCO QUE ATRAVÉS DE SUAS ATUAÇÕES NO CENÁRIO POLÍTICO DO PAÍS MONTARAM UM VERDADEIRO ESQUEMA DE ROUBALHEIRA, PILHAGEM E ATÉ ASSASSINATOS QUE FARIA A MÁFIA SE SENTIR INSIGNIFICANTE. ESQUEMA QUE SE FORTALECEU ATRAVÉS DOS ANOS E AINDA, DÁ AS CARTAS NO CENÁRIO POLÍTICO E ECONÔMICO DO BRASIL. SÃO IMPUNES E PARECEM ZOMBAR DAS LEIS POIS OS MAGISTRADOS NÃO TEM CORAGEM SUFICIENTE PARA AFRONTAR SEUS IMPÉRIOS. ESTES SÃO APENAS DOIS DE OUTROS QUE SERÃO APRESENTADOS AQUI COMO SUGESTÃO PARA A CONSCIÊNCIA. SÃO LIVROS CUJO CONTEÚDO É REPLETO DE FATOS COMPROVADOS POR DOCUMENTOS PÚBLICOS, LAUDOS PERICIAIS E MAIS UMA INFINIDADE DE CITAÇÕES DE FONTES INTERROGADAS PELA POLÍCIA FEDERAL, MP E PROMOTORIAS. INCRÍVEL É QUE MUITOS NOMES CITADOS SÃO DE CANALHAS QUE ESTÃO NA BERLINDA NOS DIAS DE HOJE E AINDA MANDAM NO PAÍS...